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12/12/2017 - 20:31

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Spotify segue líder do mercado de streaming

Spotify segue líder do mercado de streaming

Nesta terça-feira (1), o serviço anunciou a obtenção da marca de 60 milhões de assinantes, continuando a crescer em um ritmo bastante acelerado para manter, com folga, a liderança no mercado de streaming musical. No total, são 140 milhões de ouvintes em todo o mundo, se contarmos também a opção gratuita do serviço.

Mas são os usuários pagantes que mais interessam à companhia, e é por causa do crescimento acelerado desse segmento que ela sorri. De acordo com os números divulgados pelo Spotify, o crescimento é de 25% desde março, quando ela anunciou ter atingido a marca de 50 milhões de membros. Em agosto do ano passado, eram 40 milhões.

Seriam números oriundos de conversão, principalmente, com promoções ou simples interesse trazendo usuários da versão gratuita do Spotify para a paga. A opção livre de custos conta com a reprodução de anúncios durante as canções, enquanto a assinatura dá direito a regalias como o download de músicas para o smartphone, de forma que possam ser ouvidas offline.

Além disso, claro, são os membros pagantes que geram a maior parte da receita do Spotify e permitem que a empresa pague royalties decentes aos músicos, fechando acordos com gravadoras, garantindo a presença de grandes artistas e se livre de problemas judiciais. Mais conteúdo premium na plataforma significa mais assinantes, em um ciclo que vem dando certo para a companhia sueca.

O segundo colocado no ranking do streaming musical é o Apple Music, cujos dados mais recentes são de junho. Na época, o serviço havia chegado à marca de 27 milhões de assinantes. A plataforma funciona apenas mediante pagamento. Em terceiro estaria o Deezer, com 6,9 milhões de membros pagantes.

Com o crescimento acelerado e o ganho no número de assinantes, o Spotify estaria pensando, inclusive, em adiantar sua abertura de capital. Originalmente planejada para o começo do ano que vem, o início na negociação poderia ser trazido para o quarto trimestre deste ano, como forma de aproveitar a empolgação com os bons números e as porcentagens de dois dígitos no ritmo de crescimento.

Tudo dependeria da obtenção do acordo de licenciamento com a Warner Music, a última das gravadoras gigantes a ainda não ter assinado com a plataforma. O negócio, entretanto, estaria caminhando bem, com a empresa satisfeita com os montantes a serem pagos pelo Spotify, que garantiria até mesmo algumas exclusividades temporárias em relação a artistas renomados.

Ao divulgar os números, entretanto, o serviço de streaming não falou em mais nada. A companhia não comentou o andamento dos acordos de licenciamento nem a possibilidade de abrir suas ações para negociação mais cedo do que o esperado.

Canaltech; Reuters.





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