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19/10/2018 - 05:52

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Unicef: crianças com deficiências na Síria sob risco de serem esquecidas

Unicef: crianças com deficiências na Síria sob risco de serem esquecidas

Sete anos depois do início da guerra na Síria e “sem um fim à vista”, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), destaca que as crianças com deficiências no país estão sob risco de serem excluídas e esquecidas.

O diretor do Unicef para o Oriente Médio, Geert Cappelaere, explica que durante conflitos, as crianças com algum tipo de deficiência são as mais vulneráveis e precisam de “tratamento especializado”.

Falta de estrutura

Sem esses serviços, sem escolas adequadas ou até mesmo sem cadeiras de rodas, “muitas crianças com deficiências enfrentam um risco real de exclusão, negligência e de sofrer estigma”.

O uso de explosivos e ataques em áreas povoadas matou um grande número de crianças. Só no ano passado, 360 menores foram feridos, sendo que muitos ficaram com algum tipo de deficiência. Mas os números podem ser maiores.

Sami, por exemplo, é um garoto de 14 anos que vivia no sul da Síria. Enquanto brincava na neve com os primos, uma bomba explodiu no local e ele perdeu as duas pernas. Sami agora está refugiado na Jordânia.

Riscos

Segundo o Unicef, 3,3 milhões de crianças na Síria estão expostas aos riscos de explosivos, incluindo minas terrestres. Mais de 1,5 milhão de pessoas vivem com algum tipo de deficiência, incluindo 86 mil pessoas que perderam algum membro do corpo.

Crianças com deficiências têm mais risco de sofrer violência, exploração e abusos, especialmente se estão separados de seus pais. Famílias de crianças com deficiências em países em conflito geralmente não têm os meios para fornecer toda a estrutura necessária a esses menores.

O Unicef destaca ainda que somente nos dois primeiros meses deste ano, 1,000 crianças na Síria foram mortas ou ficaram feridas pela violência.

Em nome dos menores sírios, o Unicef faz um apelo a todos os envolvidos na guerra, pedindo para que invistam em serviços de reabilitação para as crianças, incluindo assistência psicossocial e também aumentando a assistência financeira às famílias de crianças com deficiências.

Com ONU News.
 





 

 

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