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23/09/2018 - 14:51

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Mais de 4,7 mil veterinários recebem treinamento da ONU para combater surtos

Mais de 4,7 mil veterinários recebem treinamento da ONU para combater surtos

Mais de 4,7 mil veterinários que acabam de terminar uma capacitação das Nações Unidas para combater surtos estão agora na linha de frente de defesa e de proteção de animais como gado, galinhas e porcos.

Foto: FAO/Giulio Napolitano

As sessões foram ministradas pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, FAO, com a meta também de garantir que doenças animais fatais fiquem longe dos humanos.

Gripe e ebola

O chefe de veterinária da FAO, Juan Lubroth, declarou que “75% das novas doenças infecciosas nas últimas décadas tiveram origem animal”. Por isso é tão importante combater essas doenças na “fonte”, uma estratégia para prevenir futuras pandemias.

A FAO cita como exemplos surtos recentes de origem animal, como a gripe aviária causada pelo vírus H5N1; a epidemia de influenza H1N1; o vírus ebola; a síndrome respiratória aguda, Sars, e a síndrome respiratória do Oriente Médio, Mers.

Prejuízo econômico

Além dos riscos para a saúde humana, as doenças de origem animais acabam custando bilhões de dólares ao crescimento econômico.

Segundo a FAO, o surto de H5N1 de meados dos anos 2000 gerou perdas de US$ 30 bilhões para a economia no mundo todo. Alguns anos depois, o H1N1 causou perdas estimadas de US$ 55 bilhões.

Para muitas famílias de zonas rurais, criar animais é sua principal fonte de renda, por isso perdas causadas por doenças prejudicam a economia dessas famílias.

A capacitação da FAO cobriu várias áreas ligadas à saúde animal, como vigilância e prevenção, operações de laboratório, biossegurança, prevenção e controle e estratégias de resposta em casos de surtos.

 





 

 

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