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17/06/2019 - 02:19

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Operação prende 177 pessoas envolvidas com homicídios, roubos e tráfico

Operação prende 177 pessoas envolvidas com homicídios, roubos e tráfico

Um total de 177 pessoas foram presas como resultado da operação Magni I, realizada pela Polícia Civil no interior do Maranhão.

Foram cumpridos mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão por crimes como homicídios, roubos e tráfico de drogas. A operação resultou, também, na apreensão de drogas e armas de fogo. 

O superintendente da de Polícia Civil do Interior (SPCI), Armando Pacheco, explica que a logística de trabalho envolve levantamento dos mandados junto à Justiça, identificação e localização das áreas de ocorrência, repasse aos órgãos policiais integrados e prisão. “A estratégia desta ação integrada é o foco no cumprimento dos mandados de prisão e o envio de informações a todas as delegacias, regionais e órgãos ligados à investigação. Isso, sem deixar de atender às demandas da população que nos procura nas delegacias e promover as demais investigações em curso”, destaca Pacheco.

Os mandados cumpridos são de busca, apreensão e prisão, incluindo flagrantes, internação provisória, apreensão de menor infrator, prisão de civis, cumprimento de pena, preventivas e temporárias. Entre as situações, o caso ocorrido em Matinha, dia 9, onde a discussão entre três mulheres resultou em morte de uma delas; em Icatu, a prisão de um homem identificado como ‘Japão’, acusado de mais de 20 homicídios na região, Cachoeira e Primeira Cruz; e em Pedreiras, um suspeito de integrar quadrilha de assaltos a banco. Foram 213 municípios do interior alvos da operação.

Segurança nos coletivos

A Comissão da Polícia Civil criada para investigar as ocorrências a coletivos avança com a identificação de suspeitos desta prática de crime. “Estamos levantando os inquéritos policiais instaurados, com base nessas ocorrências. A próxima etapa será a interrogação de testemunhas e a investigação de autoria para encaminhamento à Justiça que vai emitir os mandados de prisão”, destaca o delegado geral, Leonardo Diniz.

Todos os casos relacionados estão sob monitoramento da comissão, informa o delegado-geral. A comissão é formada por delegados, escrivães e peritos destacados para a investigação direta destes casos. “É um trabalho minucioso e que envolve uma equipe determinada para combater essas investidas”, explicou o delegado geral.





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