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20/09/2019 - 03:09

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Microsoft se junta a consórcio da Fundação Linux para proteção de dados

Microsoft se junta a consórcio da Fundação Linux para proteção de dados

A Microsoft anunciou nesta quinta-feira (22) uma passo importante para a comunidade de código aberto: a empresa agora também faz parte do Consórcio de Computação Confidencial, uma iniciativa criada pela Fundação Linux para melhorar a segurança dos arquivos e apps que estão sendo usados pelo computador, sejam de forma local ou através da nuvem.

A companhia então se junta a empresas como Intel ARM, Baidu, Google Cloud, IBM, Red Hat e diversas outras do setor de tecnologia que fazem parte do consórcio, cujo objetivo é a adoção da “computação confidencial”, que utiliza TEEs (Trusted Execution Environments, ou Ambientes de Execução Confiáveis em tradução livre) para garantir que todos os executáveis que estão sendo usados pelo usuário estão seguros.

De acordo com a Fundação Linux, a computação confidencial permitirá que toda informação que estiver em uso seja criptografada sem expor o restante do sistema, reduzindo a exposição a dados sensíveis e garantindo ao usuário maior controle e transparência sobre os processos da máquina. Isso quer dizer que, mesmo que o computador esteja infectado por um malware, o programa que o usuário estivesse usando impediria que um invasor o utilizasse para tentar acessar a máquina, pois as portas de acesso estariam encriptadas.

Claro, para que uma ferramenta dessa seja criada com êxito, é necessária a colaboração conjunta de muitas pessoas, e a contribuição da Microsoft para o projeto é o Open Enclave SDK, uma framework que facilita o desenvolvimento e a verificação de aplicativos de proteção de hardware - os TEEs. Esses aplicativos funcionarão com diversas arquiteturas de hardware diferentes, e atualmente incluem a SGX da Intel e a TrustZone da ARM, além, claro, dos ambientes de software relativos ao Linux e ao Windows.

O objetivo do projeto é garantir uma maior segurança para todos os elementos de um computador e, mesmo que a projeto tenha fins lucrativos, o sucesso dele será de muito interesse não só para os desenvolvedores de software mas também para o usuário comum, pois sempre que ocorre uma invasão de banco de dados boa parte dos dados roubados se referem a esses usuários, então a criação de uma ferramenta que diminui a chance de invasões ajudará a garantir a privacidade de dados para todos.

Canaltech; Tech Radar.

Foto: Pixabay.





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