O primeiro dia de paralisação geral do transporte público, iniciado nesta sexta-feira (30), alterou a rotina de milhares de moradores em São Luís, São José de Ribamar, Paço do Lumiar e Raposa. Sem ônibus em circulação, passageiros enfrentaram longas esperas e precisaram buscar alternativas para cumprir compromissos profissionais e escolares.
Impactos na Mobilidade Urbana
Desde as primeiras horas da manhã, as paradas de ônibus registraram aglomerações. Com os terminais de integração vazios, a demanda por transportes por aplicativo cresceu significativamente, resultando em preços mais elevados e maior tempo de espera.
Muitos trabalhadores dependeram de caronas ou transportes alternativos para chegar aos postos de trabalho, enquanto outros, sem opções financeiras ou logísticas, foram forçados a retornar para casa.
O Motivo da Paralisação
A greve foi convocada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários do Estado do Maranhão (STTREMA) após a rejeição da proposta patronal em assembleia. A categoria reivindica um reajuste salarial superior aos 2% oferecidos pelos empresários, índice que os trabalhadores consideram insuficiente diante da inflação e das condições de trabalho.
O sindicato afirma que o movimento será mantido até que haja uma nova rodada de negociações com avanços reais nas cláusulas financeiras e sociais.
Decisão Judicial
Vale lembrar que, conforme audiência realizada no Tribunal Regional do Trabalho (TRT-MA), uma liminar determina que, a partir deste sábado (31), ao menos 80% da frota deve retornar às ruas, sob pena de multa diária ao sindicato laboral.
Mais informações na reportagem de Nicolly Jansen, para a TV Cidade | RECORD.
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