Os preços dos medicamentos no Brasil podem subir a partir de abril, após reajuste autorizado pelo governo federal. No entanto, o aumento não é automático e depende da decisão das indústrias farmacêuticas. A Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) estabeleceu um teto de até 3,81% para o reajuste em todo o país.
A medida define apenas o limite máximo que pode ser aplicado, cabendo às farmacêuticas decidir se irão repassar o aumento ao consumidor. A resolução prevê três faixas de reajuste, que variam conforme o nível de concorrência no mercado — medicamentos com mais fabricantes, como os genéricos, tendem a se enquadrar nos maiores percentuais.
Em São Luís, farmácias já se preparam para o possível impacto. Uma das estratégias adotadas é a compra antecipada de estoques antes da aplicação dos novos preços, o que pode ajudar a amenizar, ao menos inicialmente, os efeitos do reajuste para os consumidores.
Confira os detalhes na reportagem completa de Paulo Pontes, para a TV Cidade | RECORD.
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