Falta de mediadores na rede municipal de São Luís motiva debate sobre segurança e inclusão escolar

Falta de mediadores na rede municipal de São Luís motiva debate sobre segurança e inclusão escolar
Foto: reprodução/TV Cidade | RECORD.

O registro de agressões a docentes na rede municipal de ensino de São Luís, como o caso ocorrido em 26 de abril na UEB Professor Carlos Saad, reacendeu as discussões sobre o suporte pedagógico oferecido a estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Segundo o Sindeducação, a insuficiência de cuidadores, mediadores e equipes multidisciplinares contribui para episódios de sobrecarga sensorial dos alunos e insegurança para os profissionais da educação. Dados do IBGE apontam que a capital possui 3.649 estudantes com deficiência, dos quais mais de 50% apresentam diagnóstico de TEA; contudo, a estrutura atual de 80 salas de Atendimento Educacional Especializado (AEE) e 119 cuidadores é considerada deficitária pela categoria frente à demanda de 262 escolas. Embora o sindicato relate tratativas com a Secretaria Municipal de Educação (Semed) para a contratação de novos profissionais, as promessas de melhorias ainda não foram concretizadas, e a Prefeitura de São Luís não se manifestou sobre as denúncias específicas até o fechamento desta publicação.

Confira os detalhes na reportagem completa de Nicolly Jansen, para a TV Cidade | RECORD.

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